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Descrição Curso Online de FORMAÇÃO ECONÔMICA DO BRASIL com certificado

Autor(a): Promovendo Conhecimento1.0 Formação Acadêmica ESTAMOS OFERECENDO CURSOS DE TODAS AS AREAS A MAIORIA DELES EM TI (TECNOLOGIA DA INFORMAÇAO) POREM OFERECEMOS CURSOS DE ADMINISTRAÇÃO, GESTÃO EM GERAL, ANALISE, DESENVOLVIMENTO, ENGENHARIA E MUITOS OUTROSCONFIRAM

Valor: R$ 110,00 Tempo para acesso: 90 diasCarga Horária: 60horas/aula

Descrição do curso: A Equipe Promovendo Conhecimento está melhorando os cursos e aceitamos sugestões e criticas via painel de contatoO curso oferecido acima é totalmente completo e garantimos que os usuarios tenham um excelente desempenho e aprendizadoAtenciosamente, Promovendo Conhecimento 

Capítulos deste curso:    1. FORMAÇÃO ECONÔMICA DO BRASIL   2. Teoria Econômica   3. Por que há tanta disparidades de riqueza entre os países ?   4. Instituições - regras que restringem nosso comportamento.   5. Formação Econômica do Brasil   6. Antecedentes:   7. Formação Econômica do Brasil Celso Furtado   8. “Celso Furtado consegue, lastreado no instrumental analítico sólido da teoria econômica, encontrar um sentido coerente e harmonioso em um campo em que o convencional era descrição pura dos fatos, entremeada de datas e cifras.”   9. Celso Furtado  10. Qual o objetivo central de “Formação Econômica do Brasil” ?  11. Analisar as causas do subdesenvolvimento brasileiro sob uma ótica econômica, com especial atenção para o desequilíbrio externo.  12. Como isto é feito? Qual o arcabouço teórico no qual sua análise está baseada? Qual a visão do Celso Furtado?  13. A questão central é entender quando e como o Brasil atingiu um crescimento auto-sustentado  14. Crescimento Auto-sustentado  15. Efeito Multiplicador  16. Crescimento Auto-sustentado  17. Existem várias condições que podem impedir que se atinja o crescimento auto-sustentado mesmo havendo um forte estímulo externo.  18. Condição I - Distribuição de Renda  19. Condição II - Conhecimento e Tecnologia  20. Condição III - Capacidade Empresarial  21. Condição IV - Problemas de Balanço de Pagamentos  22. Brasil atingiu o crescimento auto-sustentado a partir da Grande Depressão 1929-33.  23. Próxima Aula:  24. Aula 3  25. Os Desenvolvimento Econômico de Portugal no Século XVI  26. Pontos chave desta aula:  27. Ciclos Econômicos de Portugal  28. A Rota Marítima para a Índia. Percorrida pela primeira vez por Vasco da Gama em 1498. Uma inovação tecnológica. Vamos comparar depois com as companhias holandesas que são inovações institucionais.  29. Uma teoria sobre a revolução comercial na Ásia  30. Três atores:  31. As Caravanas.  32. Empresas Redistributivas  33. Empresas Redistributivas: Explicações Culturais  34. Empresas Redistributivas: Explicação Econômica.  35. Nisto o Brasil foi descoberto. O que isto significou?  36. Digressão: custo de oportunidade  37. No século XVII as companhias Holandesas e Inglesas tomariam a hegemonia Portuguesa na Índia usando para isto comércio.  38. Haviam retornos decrescentes para o uso de força nesta situação.  39. Relação Principal-Agente entre a Coroa Portuguesa e o Estado da Índia.  40. Note que o estilo de administração centralizada iria continuar na colônia Brasil.  41. As Companhias  42. As Companhias.  43. A importância da história (path dependence)  44. Próxima Aula  45. Aula 4 Celso Furtado  46. Lembrar estrutura da análise de Furtado  47. Capítulo I  48. A ocupação do Brasil foi causada por expansão comercial e não pressão demográfica.  49. A descoberta do Brasil “de início pareceu ser episódio secundário.”  50. No entanto o ouro nas colônias espanholas (México e Peru) mantém o interesse português.  51. Descoberta de ouro levou a Espanha a empreender uma ocupação concentrada  52. Ocupação das terras.  53. Produção de Açúcar.  54. Note paralelo da ocupação da colônia brasileira e a atual ocupação da Amazônia.  55. Condições necessárias (porém não suficientes) para que fosse possível produzir açúcar economicamente no Brasil.  56. Capítulo II  57. I - Tecnologia. Experiência obtida na produção nas ilhas do Atlântico.  58. II - Experiência e organização comercial. Holandeses dominavam a comercialização do açúcar brasileiro. Importante evitar super-produção.  59. III - Demanda. Criação de um mercado para açúcar também foi realizada com grnade participação Holandesa.  60. IV - Financiamento. Novamente os Holandeses foram instrumentais na provisão de financiamento. Não só para refino e comercialização, mas mesmo para produção e transporte.  61. V - Mão de Obra. Salários eram inviáveis e terra nada valia. Havia pouca oferta em Portugal. Portugal já tinha experiência com escravos através de seus negócios na África.  62. V - Mão de Obra. Escravos indígenas foram usados. Alta rentabilidade do açúcar tornou possível usar escravos importados.  63. Outras condições:  64. “… houve um conjunto de circunstâncias favoráveis sem o qual a empresa não teria conhecido o enorme êxito que alcançou.”  65. “Caso a defesa das novas terras houvesse permanecido por muito tempo como uma carga financeira para o pequeno reino, seria de esperar que tendesse a relaxar-se. O êxito da grande empresa agrícola do século XVI constituiu portanto a razão de ser da continuidade da presença dos portugueses em uma grande extensão das terras americanas”  66. Capítulo III  67. Conceito econômico: Monopólio  68. Por que a Espanha não produziu açúcar também no século XVI?  69. A Espanha:  70. Transformações estruturais geradas pelo ouro na Espanha.  71. Argumento do Furtado:  72. “Cabe portanto admitir que um dos fatores do êxito da empresa colonizadora agrícola portuguesa foi a decadência mesma da economia espanhola...”  73. Capítulo IV  74. Ocupação holandesa do Brasil  75. Furtado afirma que a ocupação permitiu aos Holandeses obterem conhecimento dos aspectos técnicos e organizacionais da produção de açúcar, permitindo que montassem sua própria produção no Caribe.  76. Decadência do Açúcar.  77. A Decadência do Açúcar.  78. Próxima Aula  79. Uma Análise Comparativa da Evolução Histórica do Sistema de Propriedade e Uso de Terra no Brasil e nos EUA  80. Seção I - O Sistema Americano de Propriedade e Uso da Terra.  81. Estrutura desta aula:  82. Introdução.  83. Introdução  84. Arranjos institucionais diferentes.  85. Premissas Comportamentais  86. A Dinâmica da Colonização  87. A Evolução de um Mercado de Terras  88. Aumento do Valor da Terra  89. A Evolução de um Mercado de Terras  90. Escravidão Temporária  91. Concessões de Vilarejos  92. Competição  93. Plantações e o Sistema Americano de Propriedade de Terra.  94. Defendendo o argumento.  95. Conclusões  96. Path Dependence  97. Conclusões  98. Próxima aula  99. Aula 6 Seção II - O Sistema Brasileiro de Propriedade e Uso da Terra. 100. Evolução do Sistema Brasileiro 101. Premissas Comportamentais 102. Instituições de Propriedade e Uso de Terra. 103. Capitanias Hereditárias 104. http://www.governo.rj.gov.br/historia/f_hist.htm 105. http://www.oglobo.com.br/Vestib/ves70.htm 106. Sesmarias 107. Ciclo do Açúcar e Escassez de Terra. 108. Ciclo da Mineração e Escassez de Terra. 109. Evolução da População no Brasil e nos EUA. 110. Contrafatuais 111. Aumento do Preço da Terra 112. Lei de Terras No 601 de 1850 113. Hipótese de Domar 114. Surgimento do mercado de terras. 115. Próxima Aula 116. Aula 7 Formação Econômica do Brasil Celso Furtado 117. Estrutura da Aula 118. Estatísticas do Açúcar. 119. Qual a renda líquida gerada pelo açúcar? 120. Contabilidade do Açúcar. 121. Fluxo de Renda e Crescimento 122. Que possibilidades de expansão e crescimento estrutural apresentava o sistema econômico escravista? 123. Qual a diferença entre expansão e crescimento estrutural? 124. Fluxo de Renda e Crescimento 125. Projeção da Economia Açucareira: A Pecuária 126. Economia Pecuária 127. Sistema da Quarta 128. Formação do Complexo Econômico Nordestino 129. Efeitos da contração no açúcar e na pecuária. 130. Contração Econômica e Expansão Territorial 131. Século XVII 132. Próxima Aula 133. Aula 9 O Ciclo da Mineração 134. Povoamento e Articulação das Regiões Meridionais 135. A Economia Mineira 136. Capítulo XIV - Fluxo de Renda 137. Tratado de Methuen 138. Por que não se atingiu o crescimento auto-sustentado. 139. Explicação do Furtado. 140. Cuidado para não interpretar a lição do Tratado de Methuen sobre o papel do protecionismo d maneira errada. 141. Importância do ouro Brasileiro para o desenvolvimento industrial e financeiro da Inglaterra. 142. Capítulo XV - Regressão Econômica e Reversão à Subsistência. 143. Aula 10 Escravismo na Mineração 144. Efeitos da Economia Mineradora 145. Objetivo do capítulo: 146. Qual a tese aceita na literatura? 147. Composição populacional. 148. População de Minas Gerais 149. Interesse da Coroa 150. Regras da Economia Mineradora 151. Dados de proprietários em Minas Gerais 1717 152. Dados de proprietários em Minas Gerais 1780 153. Dados de proprietários em Minas Gerais 1814 154. Dados de proprietários em Minas Gerais 1814 - Proprietários com mais de 50 escravos 155. Índices de Concentração de Propriedade 156. Faiscadores 157. O Escravismo na Mineração 158. Regras de alocação das lavras. 159. Tributação na Mineração. 160. Escravismo na Mineração 161. Alforrias (Manumissão) 162. Condições de trabalho dos escravos. 163. A economia posterior à mineração. 164. Próxima Aula 165. Aula 11 Celso Furtado 166. Capítulo VII Encerramento da Etapa Colonial 167. Situação de Portugal na segunda metade do Século XVII. 168. Acordos de Portugal com a Inglaterra 169. Situação de Portugal na segunda metade do Século XVII. 170. “Esse acordo significou para Portugal renunciar todo desenvolvimento manufatureiro e implicou transferir para a Inglaterra o impulso dinâmico criado pela produção aurífera no Brasil. Graças a este acordo, entretanto, Portugal conservou uma sólida posição política numa etapa que resultou ser fundamental para a consolidação definitiva do território de sua colônia americana.” Furtado pg.34. 171. O próprio Methuen negociou a entrada de Portugal na guerra que garantiu a sua participação na conferência de Utrecht. Nesta conferência Portugal consolidou sua posse exclusiva do Amazonas e da colônia de Sacramento. 172. Efeitos do ouro 173. “A Portugal entretanto, a economia do ouro proporcionou apenas uma aparência de riqueza, repetindo o pequeno reino a experiência da Espanha no século anterior. Como agudamente observou Pombal…o ouro era uma riqueza puramente fictícia para Portugal: os próprios negros que trabalhavam nas minas tinham que ser vestidos pelos ingleses. Contudo nem mesmo Pombal que tinha uma visão lúcida da situação da dependência política em que vivia seu país e uma vontade de ferro, conseguiu modificar fundamentalmente as relações com a Inglaterra. Na verdade, essas relações constituíam uma ordem superior das coisas sem a qual não seria fácil explicar a sobrevivência do pequeno reino como Metrópole de um dos mais ricos impérios coloniais da época.” Furtado Pg. 35. 174. Fim do Século XVIII 175. Independência do Brasil 176. Capítulo XVI 177. Economia no final do século XVIII 178. Capítulo XVII 179. Passivo Colonial 180. Pergunta: 181. Protecionismo no século XIX? 182. “Portanto, não se pode afirmar que, se o governo brasileiro houvesse gozado de plena liberdade de ação, o desenvolvimento econômico do país teria sido muito intenso.” Furtado pg.96. 183. Efeitos dos Tratados. 184. Próxima Aula 185. Aula 12 Celso Furtado 186. Lembrando da aula anterior. 187. “Se se houvesse adotado, desde o começo, uma tarifa geral de 50%, possivelmente o efeito protecionista não tivesse sido tão grande como resultou ser com a desvalorização da moeda.” 188. Efeitos de uma desvalorização 189. “Por que se industrializaram os EUA no século XIX, emparelhando se com as nações européias enquanto o Brasil evoluía no sentido de transformar-se no século XX em uma vasta região subdesenvolvida?” 190. Respostas: 191. Resposta do Furtado: 192. Papel do Estado nos EUA no século XIX 193. Efeitos de protecionismo em diferentes etapas do desenvolvimento. 194. Capítulo XIX Declínio a longo prazo do nível de renda: Primeira metade do século XIX. 195. “Condição básica para o desenvolvimento da economia brasileira, na primeira metade do século XIX, teria sido a expansão das suas exportações. Fomentar a industrialização nessa época, sem o apoio de uma capacidade de importar em expansão, seria tentar o impossível num país totalmente carente de base técnica.” 196. “Cabe reconhecer que dificultar a entrada no país de um produto cujo preço apresentava tão grande declínio seria reduzir substancialmente a renda real da população numa etapa em que esta atravessava grandes dificuldades. ” 197. “A causa principal do grande atraso relativo da economia brasileira na primeira metade do século XIX, foi portanto, o estancamento das suas exportações. ” 198. Exportações brasileiras primeira metade do século XIX 199. Capítulo XX 200. “… para superar a etapa de estagnação o Brasil necessitava reintegrar-se nas linhas em expansão do comércio internacional.” 201. Outra alternativa para o país crescer seria através da entrada de capitais externos (investimento ou empréstimos). Porém isto seria difícil em uma economia estagnada. Mesmo projetos mais atraentes (ferrovias) requeriam garantia de juros. 202. Quais as possibilidades de se reintegrar nas correntes em expansão do comércio exterior? 203. Café 204. Fatores que propiciaram o crescimento da produção do café no Brasil 205. Nova classe de empresários 206. Próxima Aula 207. Aula 13 Celso Furtado Formação Econômica do Brasil 208. O Problema da Mão de Obra 209. Estimativa de desembarque de escravos no Brasil 210. O Problema da Mão de Obra 211. Imigração Européia 212. Servidão temporária no Brasil 213. Dilema do prisioneiro 214. Problema de bem público no financiamento da imigração. 215. Imigração Européia 216. Transumância Amazônica 217. Ciclo da borracha 218. Ciclo da Borracha 219. Eliminação do Trabalho Escravo 220. Efeitos da abolição 221. Dois cenários extremos 222. O Brasil se aproxima mais de qual cenário? 223. “Abolido o trabalho escravo, praticamente em nenhuma parte houve modificações de real significância na forma de organização da produção e mesmo na distribuição da renda.” 224. Próxima Aula 225. Aula 14 Escravidão no Brasil: Uma Análise Econômica 226. Estudo da Escravidão 227. Tipos de Tarefas 228. Manumissão 229. Retornos decrescentes para punições ou recompensas 230. Análise gráfica da decisão de quanto trabalho ofertar. 231. Análise gráfica da escolha pelo fazendeiro entre escravos e trabalhadores livres 232. Decisão entre comprar escravos e contratar trabalhadores assalariados 233. Análise Empírica. 234. Escravos na economia do açúcar 235. Escravos na economia do café 236. Escravos em outras atividades: pecuária, mineração, atividades urbanas 237. Tempo na Cruz 238. Ganhos e Perdas de Renda em Grandes Fazendas em 1850 239. Próxima Aula 240. Aula 15 Os Fazendeiros do Oeste Paulista 241. Objetivo do capítulo: “…manifestar opinião acerca de uma tese aparentemente firmada na Historiografia a ponto de haver conquistado a confiabilidade de moeda corrente” 242. Posição da Literatura 243. Exportação do Café 244. Exportação por Região 245. Correlação entre escravismo e cafeicultura 246. Abolicionismo 247. Escravidão temporária (indentured servants) 248. Abolição 249. Ingresso de Imigrantes Europeus em São Paulo 250. Causalidade 251. Política da Abolição 252. Aula 16 253. Aula 17 Celso Furtado 254. Capítulo XXV 255. Nível de Renda e Ritmo de Crescimento na Segunda Metade do Século XIX 256. Cesta de bens considerada 257. Nível de Renda e Ritmo de Crescimento na Segunda Metade do Século XIX 258. Cinco Regiões Produtoras 259. Economia do Açúcar e Algodão 260. Economia de Subsistência do Sul 261. Economia do Café 262. Economia da Borracha 263. Economia do Cacau 264. Resumo 265. Brasil como um todo 266. Contrafatuais 267. Capítulo XXVI 268. Economia de Trabalho Assalariado 269. Suponha um aumento do impulso externo. Isto gera um aumento da produtividade econômica (embora a produtividade física continuasse a mesma). Ou seja, um maior valor do produto conseguido com um dado valor dos insumos. 270. A produção de produtos nacionais se expandirá facilmente se houver fatores sub-utilizados (mão de obra e terra). Isto significa uma melhor utilização dos fatores já existentes no país. 271. “Quando convergem certos fatores a que nos referiremos mais adiante, o mercado interno se encontra em condições de crescer mais intensamente que a economia de exportação, se bem que o impulso de crescimento tenha origem nesta última.” 272. Trabalho Assalariado e Efeito Multiplicador 273. Para atrair mão de obra do setor de subsistência para o setor exportador não era necessário aumentar o nível do salário. 274. Salários e Lucros 275. Próxima Aula 276. Aula 18 Celso Furtado 277. Capítulo XXVII 278. Padrão-Ouro 279. Teoria Quantitativa da Moeda 280. Padrão-Ouro 281. Exportação 282. Importação 283. Padrão-Ouro 284. Problemas do padrão-ouro para um país como o Brasil 285. Doutrina do padrão-ouro 286. Capítulo XXVIII 287. Relembrando dois pontos sobre do capítulo XXVI 288. Aumento de produtividade 289. Defesa do nível de emprego 290. Efeitos de uma desvalorização 291. Defesa do nível de emprego 292. Aula 19 Celso Furtado 293. Capítulo XXIX 294. Efeitos das Desvalorizações 295. Efeito da desvalorização sobre o imposto de importação 296. Grupos de Interesse 297. Capítulo XXX 298. Situação favorável para o setor cafeeiro brasileiro no fim do século XIX 299. Novo instrumento de defesa do interesse do café. 300. Qual a solução de mercado. 301. Qual a solução encontrada? 302. Convênio de Taubaté 303. Política de defesa do café 304. Desequilíbrio na Oferta e Demanda de Café 305. Paralelo 306. Próxima Aula 307. Aula 20 Celso Furtado 308. Os Mecanismos de Defesa e a Crise de 1929 309. Situação em 1929 310. Mecanismo de Defesa do Café 311. Exemplo numérico 312. Celso Furtado 313. Efeito da Compra e Queima do Café 314. Cinco Cenários 315. Cenário II - Com Crise e Sem Compra pelo Governo 316. Cenário IV - Com Crise e Com Compra pelo Governo via Expansão de Crédito - Caso Extremo 317. Deslocamento do Centro Dinâmico 318. Próxima aula 319. Aula 21 A Industrialização Brasileira Antes de 1930: Uma Contribuição 320. Análise do Furtado 321. Três Teorias 322. Teoria dos Choques Adversos 323. Teoria da Complementaridade 324. Teoria Revisionista do Revisionismo 325. Polêmica 326. Início da Produção Interna 327. Quem eram os primeiros produtores de manufaturados? 328. Importadores 329. Outras vantagens dos importadores para a produção local 330. Períodos de Investimento em Fábricas Têxteis 331. Efeito das Tarifas 332. Encilhamento e Ia Guerra Mundial 333. Aula 22 O Processo Brasileiro de Industrialização: Uma Visão Geral 334. Como foi a transição da economia brasileira de uma economia agrícola para uma economia industrializada? 335. Três períodos no processo de industrialização 336. Período I - Até 1929 337. Período II - 1930 - 1956 338. Período III - 1957 - 1980 339. Taxas de Crescimento do Produto Industrial 1912 - 1988 340. Principais medidas e instrumentos de política econômica 341. Industrialização por Substituição de Importações 342. Funcionamento da ISI 343. “As políticas de industrialização implementadas desde os anos cinqüenta foram predominantemente defensivas, e se caracterizam por um protecionismo exagerado e permanente. O resultado foi o desenvolvimento de uma industria com elevado grau de ineficiência, e por isso mesmo não-competitiva interna e internacionalmente, e com pouca ou nenhuma criatividade em termos tecnológicos. A proteção proporcionada constituía-se em ‘protecionismo frívolo’, no sentido que não teve um objetivo de aprendizagem, apoiado num processo concomitante de geração de exportações e de desenvolvimento científico e tecnológico.” 344. “A questão fundamental é que a substituição de importações não requer a absorção e desenvolvimento de tecnologia. Isto contribuiu para incutir no empresariado industrial brasileiro uma mentalidade protecionista, que encara o protecionismo como um fim e não como um meio para que, num determinado horizonte de tempo, se implante uma industria eficiente e competitiva, voltada tanto para o mercado interno quanto para o mercado internacional. Muitas industrias contam até hoje com o mercado interno cativo, e essa mentalidade protecionista se constituiu em verdadeira barreira a ser vencida para que se possa implantar um processo amplo de assimilação, adaptação e desenvolvimento de tecnologia.”






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